Reginalda Alencar Cunha: Guardiã da cultura e tradição de Itatira
Há algo que pulsa em Itatira além do sertão e do ritmo da vida simples: o amor pela cultura, expresso intensamente no trabalho de Reginalda Alencar Cunha. Por mais de 30 anos, ela vem dedicando sua vida a manter viva a chama das tradições que moldam a identidade local, garantindo às novas gerações um legado de valorização e pertencimento.
Desde os sete anos, encantada com o reisado que cruzava pelas ruas, Reginalda sentiu o poder da cultura para unir a comunidade. As memórias das férias na casa da avó, onde presenças de danças e caretas das celebrações, se transformaram na missão de sua vida.
TRADIÇÕES E CULTURA LOCAL
Reginalda não é apenas uma organizadora de eventos; ela é a essência de cada celebração que ocorre em Itatira. Ao longo dos anos, sua liderança garantiu que o calendário cultural do município continuasse vibrante e significativo, com celebrações como o Natal, a Paixão de Cristo e as festas juninas.
Esses eventos, sob sua direção, além de simples comemorações; eles se ofereceram oportunidades de reencontro da comunidade com suas raízes, onde laços são fortalecidos e a história de Itatira é exaltada. No Carnaval, por exemplo, ela transformou a festa em uma experiência de pertencimento para todas as gerações, misturando liberdade e alegria em um espaço de união.
LEGADO
Nos bastidores, o trabalho de Reginalda vai além das festividades. Ela garante a estrutura necessária, acolhe os artistas e fornece aos grupos culturais o suporte indispensável para brilharem. Sua atuação no Conselho Municipal de Cultura como vice-presidente reforça seu compromisso com a valorização da cultura local, onde recebe por políticas que asseguram o respeito e o reconhecimento de Itatira.
Crianças e jovens, sob sua orientação, se tornam guardiões das tradições e da identidade local, sentindo orgulho de fazer parte desse legado. Inspiradora para todos, Reginalda Alencar Cunha continua sendo um símbolo da alma cultural de Itatira, garantindo que suas tradições e histórias perdurem por gerações.
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